Recentemente fiz uma viagem ao Estado de Pernambuco para estar com minha família por ocasião do falecimento de um dos meus irmãos; e em um determinado dia notei que meu sobrinho estava com um dos olhos doente, e fiz menção do fato pois ninguém havia ainda notado, fizeram seus comentários e admitiram não terem percebido antes.
Isto sinalizou-me para um fato cada vez mais comum nas famílias: as pessoas não estão gastando o tempo que deveriam para estar juntas umas das outras como família; elas sentam na frente da TV e o centro das atenções é a própria TV.
Estamos perdendo o hábito de valorizar as pessoas mais do que as coisas, e o resultado é trágico - paramos de nos comunicar, paramos de sentir afeto uns pelos outros, paramos de nos importar.
Talvez estejamos olhando na mesma direção, mas o que precisamos mesmo é olhar um na direção do outro e simplesmente dizer: oi, que bom que você está aqui, estou feliz por estarmos juntos.
O Culto Doméstico é um bom momento para resgatarmos essa maneira simples de viver - a valorização um do outro notando a sua presença.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Sendo bons observadores
Moro em uma região onde posso observar pássaros e plantas, mesmo numa cidade como Guarulhos - isso é raro.
Sei que quanto mais acelerado o ritmo de vida que levamos, maior é a nossa tendência de nos concentrarmos apenas nas coisas imediatas, nas coisas "grandiosas"; no entanto, precisamos, vez por outra, desacelerarmos um pouco o ritmo do dia a dia, a fim de podermos observar aquilo que Deus já fez; somente assim estaremos preparados para receber o que Ele ainda fará.
Sejamos, pois, bons observadores das "pequenas" coisas de Deus, e teremos muitos motivos para declararmos como o compositor: Senhor meu Deus, quando eu maravilhado, fico a pensar nas obras de t'uas mãos...então minh'alma canta a ti, Senhor: Grandioso és tu, grandioso és tu.
Bons observadores não são aqueles que enxergam apenas o grande e óbvio, são aqueles que veem nos detalhes a grandeza do Deus criador.
sábado, 28 de março de 2009
Conhecendo e Sendo Conhecidos de Deus
Temos falado e cantado muito a respeto de conhecermos a Deus, e isto é muito bom, pois para nos relacionarmos com alguém precisamos antes conhecê-lo - nignuém se relaciona com um total desconhecido.
No entanto, há um aspecto do relacionamento com Deus que vem sendo negligenciado - o sermos conhecidos por Deus; não no sentido de ele saber da nossa existência, mas em andarmos com Ele.
Em Êxodo 33/12 Deus diz a Moisés que o conhece pelo seu nome. Conhecer alguém pelo nome, no contexto em que Moisés viveu, implicava, entre outras coisas, em conhecer essa pessoa nos detalhes de sua personalidade; e tal conhecimento deveria ser realizado através de um intercâmbio de experiêncas. Então o que Deus está dizendo a Moisés é que ele não precisa acanhar-se na presença de Deus, ele deve ter um temor reverendo, isto sim, mas nunca o medo desesperador, pois Deus o conhece sem a necessidade de qualquer "máscara" ou "maquiagem" social.
Diante de Deus somos o que somos, do jeito que somos, e quando aceitamos isso, podemos ser transformados por Ele na imagem de Cristo sobre a terra (Romanos 8/29; 1Coríntios 15/49; 2Coríntios 3/18).
sábado, 21 de março de 2009
Somos "moedas" de Deus.
Essa frase se encontra do devocional "Pão Diário" de 14/03/09; e me chamou muito a atenção esta maneira de alguém descrever o crente em Jesus.
A frase me trouxe à lembrança alguns aspectos de uma moeda:
a) Sua identidade é inteiramente determinada por seu criador;
b) Seu valor é calculado pelo seu criador;
c) Sua utilidade não está no estoque, mas na circulação.
O crente é assim também: sua identidade, o seu valor e o seu rendimento como servo do Senhor, dependem inteira e exclusivamente da relação que existe entre ele e Deus no cumprimento de Sua vontade - João 8/31,32; 15/1-8.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Projeto Josué e Sua Casa - Josué 24/15
O Projeto Josué e sua casa, visa incentivar as famílias a manterem o culto doméstico, pois estamos convencidos de que o mesmo une a família em torno de ideiais cristãos, e aponta na direção da Bíblia como ferramenta de transformação, não apenas religiosa, mas também social.
Para tanto adotamos o "Pão Diário 2009" como devocionário oficial da nossa igreja; cada família cadastrada ganha um exemplar e compromete-se a regularmente manter o culto doméstico. Faça parte, pois será uma benção, para você, sua família e sua igreja.
Para tanto adotamos o "Pão Diário 2009" como devocionário oficial da nossa igreja; cada família cadastrada ganha um exemplar e compromete-se a regularmente manter o culto doméstico. Faça parte, pois será uma benção, para você, sua família e sua igreja.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Os melhores professores
Quem é o melhor professor que você conhece? O que você mais admira nele? Você já parou para pensar nas qualidades desse professor? Nas qualidades que fez dele um professor respeitado, admirado e que você guarda na memória até hoje?
Queremos salientar algumas das melhores qualidades dos melhores professores, daqueles que melhor ensinam a palavra de Deus.
ESPIRITUALIDADE
Esta qualidade é de todas a mais importante para o professor de Bíblia. Uma pessoa sem religião não pode ensinar religião aos outros. O professor que não tem Cristo em seu coração e em sua vida diária jamais será bem sucedido, mesmo que seja muito inteligente e conhecedor de todas as leis de ensino. O professor não pode suprir as necessidades dos outros sem primeiro suprir suas próprias necessidades espirituais. Não pode levar os seus alunos numa viagem que primeiro não tenha feito ele mesmo.
Em certo sentido, podemos dizer que o professor da Bíblia deve ser "a pessoa de um único livro". A sua oração deve ser a do salmista: "Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da tua lei" (Sl 119.18). Quando pensamos no professor e na sua atitude sobre a Bíblia, vêm à mente várias palavras: respeitar, amar, admirar, Ler, usar, estudar, memorizar, conhecer, viver. Tudo isso e mais o professor vai fazer a fim de que possa apresentar-se "diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2Tm 2.15).
O professor deve ser uma pessoa de oração. Assim sendo estará seguindo o exemplo de Jesus. A oração ajuda o professor a se manter humilde e dependente de Deus. A oração proporciona oportunidade para o professor afinar a sua vontade e os seus propósitos aos planos de Deus. A oração abre a mente humana, permitindo uma compreensão melhor da mensagem bíblica.
O professor deve esforçar-se para cultivar na sua vida devocional a oração intercessória. Os alunos querem e precisam de um professor que ore por eles. O ensino do professor é mais objetivo quando ele ora pelos alunos. O professor faz o que pode, mas espera que Deus complete o trabalho que foi começado, a parte que ele não pode fazer.
Dentro de uma Espiritualidade sadia e crescente, devemos procurar:
a) Comunhão com Deus e com Sua Palavra – na leitura, no estudo, na prática e na submissão.
b) Comunhão com os filhos de Deus – nas reuniões de oração, de louvor, na força-tarefa, na mutualidade.
c) Missões – evangelizando pessoalmente e em grupo, convidando as pessoas para o culto, dando estudos bíblicos evangelizadores.
(Texto baseado no artigo "Sendo um professo melhor", da revista Educador, JUERP, 1T97, p.26-28.)
Queremos salientar algumas das melhores qualidades dos melhores professores, daqueles que melhor ensinam a palavra de Deus.
ESPIRITUALIDADE
Esta qualidade é de todas a mais importante para o professor de Bíblia. Uma pessoa sem religião não pode ensinar religião aos outros. O professor que não tem Cristo em seu coração e em sua vida diária jamais será bem sucedido, mesmo que seja muito inteligente e conhecedor de todas as leis de ensino. O professor não pode suprir as necessidades dos outros sem primeiro suprir suas próprias necessidades espirituais. Não pode levar os seus alunos numa viagem que primeiro não tenha feito ele mesmo.
Em certo sentido, podemos dizer que o professor da Bíblia deve ser "a pessoa de um único livro". A sua oração deve ser a do salmista: "Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da tua lei" (Sl 119.18). Quando pensamos no professor e na sua atitude sobre a Bíblia, vêm à mente várias palavras: respeitar, amar, admirar, Ler, usar, estudar, memorizar, conhecer, viver. Tudo isso e mais o professor vai fazer a fim de que possa apresentar-se "diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2Tm 2.15).
O professor deve ser uma pessoa de oração. Assim sendo estará seguindo o exemplo de Jesus. A oração ajuda o professor a se manter humilde e dependente de Deus. A oração proporciona oportunidade para o professor afinar a sua vontade e os seus propósitos aos planos de Deus. A oração abre a mente humana, permitindo uma compreensão melhor da mensagem bíblica.
O professor deve esforçar-se para cultivar na sua vida devocional a oração intercessória. Os alunos querem e precisam de um professor que ore por eles. O ensino do professor é mais objetivo quando ele ora pelos alunos. O professor faz o que pode, mas espera que Deus complete o trabalho que foi começado, a parte que ele não pode fazer.
Dentro de uma Espiritualidade sadia e crescente, devemos procurar:
a) Comunhão com Deus e com Sua Palavra – na leitura, no estudo, na prática e na submissão.
b) Comunhão com os filhos de Deus – nas reuniões de oração, de louvor, na força-tarefa, na mutualidade.
c) Missões – evangelizando pessoalmente e em grupo, convidando as pessoas para o culto, dando estudos bíblicos evangelizadores.
(Texto baseado no artigo "Sendo um professo melhor", da revista Educador, JUERP, 1T97, p.26-28.)
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